Mais um poema mal escrito... esse é pouca coisa mais recente e conta com inspirações de Sabina. Pensei em nao publicar mas como nao me veio nada de mais util pra falar por aqui, vai ele mesmo... se quiser deixar só um oi de comentario eu vou entender.
Ele batizeu com seu nome cada lua que nascia.
E se olharam um segundo... como dois desconhecidos.
Ele a acompanharia até os portais do inferno se, assim ela quisesse.
E a resgataria de la, quando ela necessitasse.
Em troca só o que sempre se espera... sinceridade e respeito.
Nunca lhe pedira nada em troca...
mas mesmo assim, o unico pedido lhe fora negado.
Tantas vezes se perderam...
e agora estavam irremediavelmente perdidos.
Como as folhas que o vento leva e nao traz mais
Cada um à sua sorte...
Ficou ali onde o vento deixou.
Respirou profundamente como quem ja nao lembrava mais do chero da vida.
Levantou-se, arrumou-se e encarou o dia...
fugindo da noite que ficara pra traz, erguia a cabeça e buscava forças.
Como um escultor que olha para a pedra natural,
Olhava para o dia buscando o ponto certo para recomeçar do zero.